Tingem-se de branco os raios
O vermelho sangue da vida esvaindo-seQuedaram-se os ombros imoveis
Emergindo voláteis os olhos
O espasmo de um grito surdo
Lentamente o músculo oscilaCai a nuvem cinza na alma
Apaga-se o fogo de nadaNasce tudo de novo, agora
Na calma vazia do fim...
21/04/1993

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