Indiferentes a nós
Pedantes que somos
Convictos na força de tudo alterar...
Que distante me soa esta reflexão. A “maravilhosa” Humanidade tratou de a desmentir com inusitado afinco. É verdade que somos capazes de manipular a criação, grande parte da Natureza submete-se aos nossos caprichos, será que se civiliza?
Uma espécie guerreira (Darwin tinha razão), é a mais forte que até a si mesma se supera.
O homem perdeu o auto controlo. Olha em redor consciente do seu total domínio.
Que satisfação não haver adversário, há que manter o antagonismo como justificação existencial.
O que resta senão matarem-se uns aos outros, sustentando assim uma dialética demente?
A propósito de “1 milhão de minutos para a Paz”
16/09/1986

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