Tratamento de temas interessantes de uma forma desinteressante. Abordagem inconsequente acerca da consequência das coisas. Tudo será devidamente tratado, mas sem qualquer resolução. Os leigos também têm direito a opinião...

terça-feira, 1 de novembro de 2016

O poder de uma foto.

A partir de uma simples fotografia abre-se na nossa imaginação uma janela colorida que nos faz viajar por onde quisermos sem nos limitarmos no tempo ou no espaço. Se não tivermos desligados das amarras do tempo e espaço perdemos toda a beleza dessas viagens imaginárias porque nos cingimos ao momento passado, instantâneo e ao espaço definido, limitado.

Detesto rever fotografias numa perspectiva estática de passado porque muitas vezes me deixa triste, por ser tempo vivido que jamais se repetirá. Por isso muito raramente revejo fotografias das minhas vivências, mas gosto muito de viver os instantes dos outros, porque para mim são os primeiros, não os vivi, o passado dos outros é o meu presente, muitas vezes com projeções de futuro.

Atendendo a esta fotografia reparei que as cinco amigas estão em contra mão, então, pus-me a pensar...
Podem não estar, porque se for em Inglaterra, estão bem.

Mas esta vegetação não é tipicamente inglesa e reparei também que o bom tempo também não.

Então conclui, só pode ser na Austrália ou na Nova Zelândia.

Mas colocou-se outra duvida. Por que só duas delas levam uma mochila às costas?

É  fácil concluir que vão para a faculdade e que estas duas levam os livros das outras moças.

Mas vão de calções? Claro, está calor...


Então nesta foto é evidente que se trata de uma sessão de autógrafos de uma escritora famosa. Nota-se o interesse e devoção dos admiradores.

Da análise cuidada que faço da foto penso que possivelmente  se trata de uma escritora com influencia naturalista, dado que segundo o Naturalismo, o homem é desprovido do livre-arbítrio, ou seja, o homem é uma máquina guiada por vários fatores: leis físicas e químicas, hereditariedade e meio social, além de estar sempre à mercê de forças que nem sempre consegue controlar. Para os naturalistas, o homem é um brinquedo nas mãos do destino e deve ser estudado cientificamente.

Em relação à imagem ao lado verificamos uma temática diferente. Imagino que o proprietário da moradia terá utilizado esta foto para enviar ao empreiteiro que lhe construi a piscina.

Quando o arquitecto desenhou o jardim da vivenda colocou uma piscina que deveria ter cerca de 20 metros. Ora o empreiteiro acrescentou um zero à medida, depois achou que ficava muito grande e resolveu converter em polegadas, desta forma a piscina ficou com apenas 5,08 metros.

Como se pode ver pela foto a piscina ficou muito pequena para as sobrinhas conseguirem entrar ao mesmo tempo. É indiscutível que a razão está do lado do proprietário. Por aqui se comprova a importância que pode ter uma imagem em situações de litigância comercial.

É realmente admirável o poder de uma foto.
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